quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Belle de Jour e...

23 de agosto de 2015 - Domingo
O Grande Herói
Cinema americano, 2013
É noite, sem ser tarde.  Consigo acompanhar os primeiros trinta minutos de "O Grande Herói". Nos trinta minutos seguintes,  cai sobre mim uma forte sonolência, fazendo com que eu deixe de  entender o que se passa no filme a partir desse instante. No dia seguinte volto a história continuando a partir  dos trinta minutos que cochilei, e vejo que realmente não vira essa parte, não entendera nada do que se passara. Acho que vale a pena ver, lamentando ele durar o tempo que dura, acho que se esse filme, como muitos outros, durasse mais ou menos uns 90 minutos a história se mostraria mais redonda, melhor digerível, embora valha a pena ver esse.
Esse filme me faz sentir em certos momentos um pouco de raiva pelo Talibã e seus amigos, embora eu fique numa dúvida se há uma propaganda contra esse grupo, mas havendo propaganda ou não, sabemos das atrocidades de  que o Talibã é capaz de praticar, inclusive, a bola da vez, que é o chamado Estado Islâmico.

E, enquanto isso, num lugar muito distante daqui:

 Alemã deixou casa para viver em trens

















18 de agosto de 2015 - Terça-feira
A nós a liberdade
Cinema,  1931,  de René Clair

O que esperar de um filme de 1931, mil tiros por segundo, infinitas explosões, muita violência, muita perseguição?  E ainda mais em se tratando de um filme francês, o que esperar?

Vi uns trinta  minutos ontem, 17 de agosto de 2015, depois desliguei para dormir, o restante vejo depois.
Esses trinta minutos até me surpreenderam por cenas que eu não esperava, pelo rumo tomado, e até achava que por ser um filme antiguíssimo, em preto e branco, com atores totalmente desconhecidos por mim, o filme fosse se mostrar previsível. Mas não é o que acontece, até esse momento.


14 de Agosto de 2015 - Sexta-feira

A bela da tarde
Cinema francês, 1967, de Luís Bunuel.

Bom, sem ser bonito.
Embora lento, a história caminha, acelera um pouco em certos momentos-até me surpreende, sem ficar na mesmice  toda a vida, como certos filmes europeus, e como bastante comum em novelas.
Meio deprimente em certos momentos. Pelo menos, me parece.
Não separei direito a realidade nele da fantasia.
Pelo diretor, que me era conhecido apenas de ouvir falar, nunca assistira nada dele antes, achava que seria extremamente maçante, o que não é o caso deste filme.


12 de agosto de 2015 - Quarta-feira
Energia, hoje sinto.  Por quê?
Chutar o ar várias vezes, me acalma, me dá sono,

por quê?

*_*Assistindo
11/09/2015-iniciei
O suspeito da Rua Arlington





2 comentários:

Nanda disse...

Impressão minha ou agosto também foi meio introspectivo pra você? O meu foi um desastre; graças aos céus, acabou. Bola pra frente!

maria claudete ferreira herculano batista disse...

Quanto ao filme nada a comentar não tenho tido tempo nem de viver a minha vida diária de "Grande Heroina",rsrsrsrsrs agora achei muito interessante o mudus vivendi de nossa alemã, menina de coragem! Abraços Carlos