sábado, 22 de janeiro de 2011

O olhar da morte

Atravesso a rua e levo um susto. Vejo a morte me encarando.

Era 08h de manhã. Ia a pé para o trabalho, num percurso de 60 minutos. Fazia frio - era o mês de junho de 2010.

Estava quase chegando no trabalho, faltava uns 15 minutos. Foi quando ao atravessar a rua, me deparei com essa cena. Um gato morto, mas de olhos aberto, olhando justamente na direção em que me encontrava no momento.

Não gosto de ver isso. Não gosto de ver a morte.

8 comentários:

Nanda disse...

Também não gosto. Sabe quando o carro passa por um acidente e todo mundo fica olhando? Eu viro o rosto; acho muito mórbido. E mudando de assunto, que bom que o cartãolendário chegou e você gostou. mesmo com o atraso; acho que ainda dá pra aproveitar! =)

katy disse...

ver a morte pode ser doloroso, mas também pode trazer alívio pelo fim do sofrimento do outro. algumas pessoas costumam ter uma curiosidade mórbida e procuram essas cenas, em acidentes, homicídios. eu prefiro olhar a vida.

Beth disse...

Não é bom mesmo. Sempre é um jeito de mostrar como somos passageiros...
Beijo

Tathiana disse...

Acho q ninguém em sã consciência gosta. Semana passada encarei a morte 2 vezes. Triste, muito triste. E nós dá a dimensão do quão frágeis somos.
Bjs.

Maria Helena disse...

Carlos
Nooossa!!!!!! É horrivel!!!Quero distância dela(morte).
No meu último post, por coincidência falo sobre medo, vá lá conferir, aguardo sua visita.
Abração.

claudete disse...

...ninguém gosta da Morte...pela simples razão: só nos lembramos dela , quando diante de. A nossa natureza nos leva a pensarmos somente na Vida...mas pensando bem deveria ser normal pois, no sentido amplo, morremos a cada instante em vários aspectos e situações , desde a renovação de nossas células a situações de projetos não realizados , enfim é a Morte como passaporte para a Vida. Abraços.

Luzinha disse...

eu detesto ver gato morto...e gente nem se fala...mais o gato não era preto não né???

Daniel Savio disse...

Realmente é algo que choca...

Fique com Deus, menino Carlos Medeiros.
Um abraço.